quantos arranhões arderam ao sal do mar.O que seria felicidade,
tornou-se pranto ao fino e profundo olhar.
E quem diria que esqueceria,
se lembrou no primeiro encontro.
Lá se foi a última chance,
até renovar a que já chegara.
Nascestes de novo toda a esperança,
do arder, de prantear e de lembrar...
Ah! Quanta esperança.
Nenhum comentário:
Postar um comentário