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sábado, 4 de janeiro de 2020

Ah! Quanta esperança.

Lá dizia sobre o sofrimento,
quantos arranhões arderam ao sal do mar.

O que seria felicidade,
tornou-se pranto ao fino e profundo olhar.

E quem diria que esqueceria,
se lembrou no primeiro encontro.

Lá se foi a última chance,
até renovar a que já chegara.
Nascestes de novo toda a esperança,
do arder, de prantear e de lembrar...

Ah! Quanta esperança.

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